sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Vittor Santos - Renewed Impressions


Arranjador, compositor, trombonista, Vittor Santos nasceu no dia 25 de janeiro de 1965 em Petrópolis e passou a conviver com a música desde a infância. Aos sete anos começou com o pandeiro, instrumento que lhe despertou a musicalidade. No ano seguinte passou para o violão e em seguida se interessou pelos recursos da harmonia. Aos onze ingressou na “Banda do Clube Musical Euterpe”, passando a estudar tuba e teoria musical. Iniciou a carreira profissional aos 14 anos, num quinteto dançante, adotando o trombone como primeiro instrumento. Em 1985 montou a “Orquestra de Vittor Santos”, com a qual realizou diversas apresentações pelo Brasil e gravou os discos “Aquarelas Brasileiras” e “Um Toque Tropical” pela antiga “Continental”.

Foi líder e trombonista da “Orquestra In Concert” e professor de arranjo e harmonia funcional da escola homônima. Em 1994 lançou “Trombone”, primeiro disco individual pela “Leblon Records” e, em 1997, pela mesma gravadora, o “Sem Compromisso”, com um quinteto formado por alguns dos integrantes da sua orquestra”. Em 1999 participou do Free Jazz Festival, dirigindo a “Vittor Santos Orquestra”. É regularmente convidado para ministrar cursos de harmonia e de arranjo por todo o Brasil.

Paralelo a sua carreira individual, Vittor Santos dedicou sua vida profissional ao enriquecimento do trabalho de cantores. Participou de diversos “Songbooks” de Almir Chediak, gravou como instrumentista ou arranjador com Chico Buarque, Caetano Veloso, Leny Andrade, Gal Costa, Ivan Lins, Tim Maia, Leila Pinheiro, Antônio Adolfo e muitos outros. Atuou como instrumentista no projeto “Ouro Negro”, que homenageia o compositor e maestro Moacir Santos. Em 2001 estreou sua primeira obra sinfônica “Divagações sobre os quatro elementos” junto à Orquesta Municipal de Sopros de Caxias do Sul.

Escreveu arranjos para a Lincoln Center Jazz Orchestra, no evento “Carnival on Broadway – a Música do Brasil”, temporada 2001/2002. Em 2004, na Sala Cecília Meirelles, a Orquestra Sinfônica da Petrobrás - Pró-Música, estreou sua 12ª obra sinfônica “Divagações nº 12 - concerto para clarineta Bb e orquestra”, tendo como solista o clarinetista Cristiano Alves. Em 2006, Vittor Santos depois de quase uma década sem lançar cd, nos apresenta uma obra singular, trazendo temas de Moacir Santos, Joyce e Ian Guest, entre outros, com participação especial do bandolinista Hamilton de Holanda. (Texto: Antônio Jorge Cavalcanti Netto)

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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Pat Metheny - 00 99

Na minha opinião, Pat Metheny é o melhor guitarrista de jazz da atualidade. E esse disco vem para confirmar isso. O cara é a união perfeita de feeling e técnica. Quem gosta de jazz de primeira vai "beber" esse disco até cair.


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Olmir Stocker (Alemão) - Só Sabor

O multi-instrumentista Olmir Stocker, o Alemão, é gaúcho de Porto Alegre e, aos seis anos de idade, já tocava violão e cavaquinho. Na adolescência, adotou a guitarra elétrica e tocou com a banda de Breno Sauer em Curitiba, gravou quatro discos em São Paulo e começou a trabalhar com a turma da Jovem Guarda. Em seguida, Olmir, também conhecido como "Alemão", se juntou com o saxofonista Casé e com Hermeto Paschoal na banda Brasilian Octopus. O disco "Só Sabor" traz um repertório pautado na mistura de ritmos brasileiros com jazz. Samba, xaxado, baião, choro, valsa e canção são a base das composições de Olmir, que também toca violão de 12 cordas. Os músicos Zezo (violão e percussão), Paulo Oliveira (sax, flauta, percussão e wind sinthesizer) e Zinho (bateria e percussões) acompanham o artista neste disco.

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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Meirelles e os Copa 5 - O Novo Som


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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Meirelles e os Copa 5 - O Som

Meirelles & Os Copa 5 gravaram dois discos na carreira. Considerados clássicos mór do samba-jazz. Em “O Som”, de 63, o grupo era formado por Luiz Carlos Vinhas, Dom Um Romão, Manoel Gusmão e Pedro Paulo. Em 64, em “O Novo Som”, Os Copa 5, vieram com outra formação, tão grandiosa quanto a anterior: Eumir Deodato, Edison Machado, Roberto Menescal e Waltel Branco. Esses dois discos são obras-primas da nossa música, e deveria ser objeto de estudo em salas de aula de todas as escolas do Brasil. Faz parte da nossa história. O SOM é hoje, quatro décadas após sua gravação, um disco cultuado em todo o mundo. Meirelles compôs e arranjou os seis temas deste marco do samba-jazz no Brasil. Remasterizada a partir das fitas originais, esta edição em CD inclui três faixas bônus.

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Leo Gandelman - Solar




Leonardo Gandelman, mais conhecido como Leo Gandelman, (Rio de Janeiro, 10 de agosto de 1956) é um saxofonista e compositor brasileiro. Destaca-se por tocar vários tipos de saxofones, ter uma forte presença de palco e criar um tipo de música contagiante. Trabalhou com Lulu Santos (tocando em Sincero e Certas Coisas), e iniciou carreira-solo em 1988. Apesar de ser um músico de estúdio na essência, já tocou com quase todos os artistas da MPB. É um dos músicos brasileiros mais cultuados no exterior. Seu disco que mais vendeu é este que vos apresento e é raridade em CD até mesmo na net. É conhecido também por fazer vinhetas. Inclusive a de abertura do festival de jazz de Montreux é de sua autoria. Bom proveito.

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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Algaravia - Breve e Interminável




Eis outra maravilha daqui de Recife. Algaravia. Segundo um dos integrantes "A banda teve início da transformação natural de uma banda de Heavy Metal existente na cena musical de Recife, a Fire Worshipers. Esta banda contava com "Fred" Herbaud na guitarra e voz, Jean-Jacques Herbaud no baixo e uma infindável lista de bateristas que terminava com Albert Pimenta. Com a evolução musical da Fire Worshipers, tornou-se necessária a adição de mais músicos para que se executassem as idéias que já não cabiam em um (power) trio. Sendo assim resolveram convidar um "rato" de estúdio (que só ía assistir os ensaios ) para executar uma segunda linha de guitarra que na maioria das vezes era antagônica, não na harmonização, mas na divisão rítmica, o que despertaria a atenção de alguns fãs. Em sequência, surgiu a necessidade de um percussionista. Assim foi feito. Iniciava-se a Algaravia, literalmente."
Ainda segundo ele "Fruto de mais de um ano de trabalho, ensaiando duas ou três vezes por semana e, no meu caso enfrentando algumas adiversidades, este material tem um pouco de cada um dos integrantes, no entanto a espinha dorsal ( compositora) da banda era Fred. Quase tudo vinha da cabeça do cara! Depois de algumas músicas prontas resolveu-se gravar uma fita demo num estúdio experimental que dava certo, ficou excelente a gravação. Esta fita K7 foi enviada para vários lugares : revistas e rádios especializadas, gravadoras independentes, etc. O resultado foi positivo, a revista Rock Brigade começa a matéria dizendo: "Finalmente algo que cheira a novidade no saturado cenário do rock progressivo nacional." Daí veio o contrato com a gravadora independente Progressive Rock.
Os trabalhos de gravação iniciaram no dia 11 de setembro de 1995 e se estenderam até o final de outubro desse mesmo ano.
Foi um dos períodos mais interessantes que vivenciei. A sensação de estar registrando em CD, músicas que tiveram minha humilde colaboração em sua elaboração; junto com caras que eu admirava, tanto como amigos quanto como músicos, por se parecerem um pouco comigo ( ou eu com eles, não sei ). O que importa é que um sonho foi realizado."
Esse é o primeiro e único trabalho dos caras. Não consegui descobrir porque a banda acabou nem se existe outro registro. Mas garanto que quem gosta de rock progressivo com certeza vai se amarrar no som dessas feras. Bebi muito esse disco na minha adolescência. E ainda hoje o escuto como antigamente. Garanto que é muito bom!

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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Sansa Trio



Muito bom!

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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Zimbo Trio - Aquarela do Brasil


Aquarela do Brasil de 1993 mostra um Zimbo Trio bastante maduro.

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Sambossa 5



Outra obra prima da bossa jazz.

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Quarteto Bossamba


Quarteto Bossamba com o pianista e organista pernambucano Walter Wanderley. Muito bom também.

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Reencontro com Sambalanço

César Camargo Mariano e Airto Moreira fazem parte desse trio. É muito som véio.

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Sambrasa Trio - Em Som MMaior


Duas feras fazem parte desse trio: Hermeto Pacoal e Airto Moreira. Não preciso dizer mais nada.
É bossa jazz de primeiríssima.

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Emerson, Lake & Palmer - Works Vol. 1 Disc 2


Disco 2 do Works. Confesso que não sua muito fã desse segundo disco, mas vale apena conferir e chegar a uma opinião própria.

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Emerson, Lake & Palmer - Works Vol. 1 Disc 1

Maravilhoso trabalho com orquestra dos caras. Vale apena demais.

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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Emerson, Lake & Palmer - Tarkus



O Tarkus é na minha opinião um dos melhores discos dos caras. Detalhe para o encarte do CD muito doido. É um verdadeiro conceito de "involução".

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Emerson, Lake & Palmer - Trilogy


Emerson, Lake & Palmer (ou ELP) foi uma banda de rock progressivo britânica formada nos anos 70 por Keith Emerson (teclado), Greg Lake (guitarra, baixo e vocais) e Carl Palmer (bateria). Entrou para história da música por ser a primeira banda de rock a levar um sintetizador, na época um aparelho gigantesco, monofônico e analógico, para um show, em fins da década de 60. Esse disco é o de maior sucesso comercial da banda e contem a belíssima From the Beginning. A foto encarte é muito interessante.

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Jimi Hendrix - Band of Gypsy


Band of Gypsy foi o nome da última banda de Jimi Hendrix. Considero esse o melhor ao vivo dele.

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terça-feira, 11 de agosto de 2009

The Best of the Dixie Dregs





Dixie Dregs é uma banda americana de jazz fusion formada nos anos 70. Eles são conhecidos por misturarem em seu estilo os gêneros jazz, bluegrass, southern rock de uma forma única e recheada de virtuosismo. Steve Morse é o membro mais conhecido da banda e o atual guitarrista do Deep Purple.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

The Allman Brothers Band - Shades of the Words




Shades of the Words de 1991.

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The Allman Brothers Band



The Allman Brothers Band é uma banda de Southern rock formada em Macon, Geórgia, nos Estados Unidos da América, chamada pelo Hall da Fama do Rock and Roll como os principais arquitetos do rock sulista estadunidense. A banda foi formada em 26 de março de 1969 na Jacksonville, Flórida com Duane Allman (eleito pela revista Rolling Stones em 2003, como o segundo melhor guitarrista de todos os tempos), Gregg Allman, Dickey Betts, Berry Oakley. Butch Trucks e Jai Johanny "Jaimoe" Johanson. Na época, Foram descritos por George Kimball, fjornalista da revista Rolling Stone, como o "a melhor banda de rock and roll que este país produziu nos últimos cinco anos". Reconhecida por sua capacidade de improvisação impressionante, cujo melhor exemplo se encontra no álbum At Fillmore East, a banda foi premiada com onze discos de ouro e cinco de prata entre 1971-2005. A revista Rolling Stone listou o The Allman Brothers como um dos 100 Maiores Artistas de Todos os Tempos em 2004, e foi a banda mais representada na lista de melhores guitarristas feita pela mesma revista. A banda continua a gravar e realizar turnês até hoje mesmo depois da morte do seu fundador e guitarrista Duane Allman. Esse disco é primeiro deles. Quem gosta de riffs e solos de guitarras BEM TOCADOS vou adorar.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

The Jimi Hendrix Experience - Axis: Bold as Love


Na minha opinião um dos melhores discos do Hendrix.

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Larry Coryell - Spaces


Esse disco é fantástico. Também com um time desse.

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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Eric Clapton - Backless


Ele é Deus!

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Beto Kaiser e a Mucica



Exclusividade do Contra-Argumento. Beto Kaiser, guitarrista talentosíssimo da cena musical de Recife. Esse é o seu primeiro e único (pelo menos até agora) disco. É muito bom. Quem gosta de Joe Satriane e Steve Vai com certeza vai gostar do rapaz aqui.


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terça-feira, 28 de julho de 2009

Stanley Clarke - School Days


Stanley Clarke talvez seja hoje o baixista de jazz americano mais conhecido na atualidade. O som dele nesse disco e em outros é bem funkeado. Garanto que vale a pena o download.

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segunda-feira, 27 de julho de 2009

V.S.O.P.- The Quintet


Acho que não preciso dizer nada, basta olhar os nomes das feras que estão nesse disco.

Lynird Skynird - Pronounced Leh-Nerd Skin-Nerd


Primeiraço dos caras. É muito bom.


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James Moody - Feelin' It Together


O crítico Gary Giddins, ao comentar para o Village Voice uma apresentação de Moody no finado Sweet Basil, em 1980, quando voltou de um "exílio" de sete anos em Las Vegas, sintetizou de forma muito feliz as principais características do grande saxofonista: "a ilimitada facilidade de expressão, os belos sombreados tonais e essas intrigantes justaposições que fazem de seus melhores solos mini-epopéias, nas quais rivalizam paixão, suspense, realces cômicos, lirismo, imprevisibilidade, inteligência aguda e variação tonal". Acho que não preciso dizer mais nada. Esse disco que vos apresento é um verdadeiro petardo. Palavra de blogueiro.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Jim Hall - Concierto

Jim Hall é um guitarrista de jazz estadunidense. Começou a tocar com aos treze anos, em Cleveland. Graduou-se no Cleveland Institute of Music em 1955, e se mudou para Los Angeles, onde continuou seus estudos clássicos de guitarra com Vincente Gómez. Abandonou seus estudos para seguir com o Chico Hamilton Quintet, com quem tocou entre 1955 e 1956, participou do Jimmy Giuffre Trio entre 1956 e 1959 e fez viagens à América Latina com Ella Fitzgerald (1960-1961) e Yves Montand. Liderou um quarteto juntamente com Art Farmer entre 1962 e 1964 e gravou ocasionalmente com Paul Desmond entre 1959 e 1965. Em Los Angeles, Hall trabalhou com Ben Webster, Hampton Hawes, Bob Brookmeyer, John Lewis, Zoot Sims, Paul Desmond, Lee Konitz e Bill Evans, com o qual gravou o álbum “Undercurrent”. No princípio dos anos 60, Hall se mudou para New York, onde foi contratado por Sonny Rollins e tocou com Art Farmer, entre outros. Suas colaborações com Bill Evans, Paul Desmond, e Ron Carter são legendárias. Além de trabalhos na área orquestral e de composição para coro, Jim continua ativo como instrumentista, se apresentando em vários formações pelo mundo, com nomes tais como Joe Lovano, Greg Osby, the New York Voices, Kenny Barron, Pat Metheny e Slide Hampton. Em 1997, Jim recebeu o 'New York Jazz Critics Circle Award' para o melhor compositor/arranjador. O projeto 'Jim Hall & Basses' tem a participação de Scott Colley, Charlie Haden, Dave Holland, George Mraz, and Christian McBride. É considerado um dos maiores guitarristas de jazz vivo.