
Arranjador, compositor, trombonista, Vittor Santos nasceu no dia 25 de janeiro de 1965 em Petrópolis e passou a conviver com a música desde a infância. Aos sete anos começou com o pandeiro, instrumento que lhe despertou a musicalidade. No ano seguinte passou para o violão e em seguida se interessou pelos recursos da harmonia. Aos onze ingressou na “Banda do Clube Musical Euterpe”, passando a estudar tuba e teoria musical. Iniciou a carreira profissional aos 14 anos, num quinteto dançante, adotando o trombone como primeiro instrumento. Em 1985 montou a “Orquestra de Vittor Santos”, com a qual realizou diversas apresentações pelo Brasil e gravou os discos “Aquarelas Brasileiras” e “Um Toque Tropical” pela antiga “Continental”.
Foi líder e trombonista da “Orquestra In Concert” e professor de arranjo e harmonia funcional da escola homônima. Em 1994 lançou “Trombone”, primeiro disco individual pela “Leblon Records” e, em 1997, pela mesma gravadora, o “Sem Compromisso”, com um quinteto formado por alguns dos integrantes da sua orquestra”. Em 1999 participou do Free Jazz Festival, dirigindo a “Vittor Santos Orquestra”. É regularmente convidado para ministrar cursos de harmonia e de arranjo por todo o Brasil.
Paralelo a sua carreira individual, Vittor Santos dedicou sua vida profissional ao enriquecimento do trabalho de cantores. Participou de diversos “Songbooks” de Almir Chediak, gravou como instrumentista ou arranjador com Chico Buarque, Caetano Veloso, Leny Andrade, Gal Costa, Ivan Lins, Tim Maia, Leila Pinheiro, Antônio Adolfo e muitos outros. Atuou como instrumentista no projeto “Ouro Negro”, que homenageia o compositor e maestro Moacir Santos. Em 2001 estreou sua primeira obra sinfônica “Divagações sobre os quatro elementos” junto à Orquesta Municipal de Sopros de Caxias do Sul.
Escreveu arranjos para a Lincoln Center Jazz Orchestra, no evento “Carnival on Broadway – a Música do Brasil”, temporada 2001/2002. Em 2004, na Sala Cecília Meirelles, a Orquestra Sinfônica da Petrobrás - Pró-Música, estreou sua 12ª obra sinfônica “Divagações nº 12 - concerto para clarineta Bb e orquestra”, tendo como solista o clarinetista Cristiano Alves. Em 2006, Vittor Santos depois de quase uma década sem lançar cd, nos apresenta uma obra singular, trazendo temas de Moacir Santos, Joyce e Ian Guest, entre outros, com participação especial do bandolinista Hamilton de Holanda. (Texto: Antônio Jorge Cavalcanti Netto)
http://www.mediafire.com/download.php?uzimr1zmizv
Foi líder e trombonista da “Orquestra In Concert” e professor de arranjo e harmonia funcional da escola homônima. Em 1994 lançou “Trombone”, primeiro disco individual pela “Leblon Records” e, em 1997, pela mesma gravadora, o “Sem Compromisso”, com um quinteto formado por alguns dos integrantes da sua orquestra”. Em 1999 participou do Free Jazz Festival, dirigindo a “Vittor Santos Orquestra”. É regularmente convidado para ministrar cursos de harmonia e de arranjo por todo o Brasil.
Paralelo a sua carreira individual, Vittor Santos dedicou sua vida profissional ao enriquecimento do trabalho de cantores. Participou de diversos “Songbooks” de Almir Chediak, gravou como instrumentista ou arranjador com Chico Buarque, Caetano Veloso, Leny Andrade, Gal Costa, Ivan Lins, Tim Maia, Leila Pinheiro, Antônio Adolfo e muitos outros. Atuou como instrumentista no projeto “Ouro Negro”, que homenageia o compositor e maestro Moacir Santos. Em 2001 estreou sua primeira obra sinfônica “Divagações sobre os quatro elementos” junto à Orquesta Municipal de Sopros de Caxias do Sul.
Escreveu arranjos para a Lincoln Center Jazz Orchestra, no evento “Carnival on Broadway – a Música do Brasil”, temporada 2001/2002. Em 2004, na Sala Cecília Meirelles, a Orquestra Sinfônica da Petrobrás - Pró-Música, estreou sua 12ª obra sinfônica “Divagações nº 12 - concerto para clarineta Bb e orquestra”, tendo como solista o clarinetista Cristiano Alves. Em 2006, Vittor Santos depois de quase uma década sem lançar cd, nos apresenta uma obra singular, trazendo temas de Moacir Santos, Joyce e Ian Guest, entre outros, com participação especial do bandolinista Hamilton de Holanda. (Texto: Antônio Jorge Cavalcanti Netto)
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